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[o som como convenção social] o aspecto de lei que pode ser atribuído a uma expressão sonora é retratado neste ensaio pelo som produzido por uma pessoa batendo palmas próxima a uma porta. a lei que dá fundamento a este signo tem que estar internalizada na mente de quem o interpreta. a mente interpretante decodifica tal discurso sonoro por meio de um filtro que lhe é dado por uma convenção social: se existe o som ritmado de palmas próximo a uma via de acesso é porque alguém deseja comunicar-se com o outro lado ou entrar no ambiente delimitado pela barreira. tal mensagem vêm pronta, decodificada, pois o código utilizado é explícito, conhecido. a (narrativa) revela-se linear, ordenada por um padrão. sem isso o símbolo não pode significar.